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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

MAIS ESPAÇO NO AR


Não tem nada com candidatos que vão ganhar mais tempo na tv ou rádio e sim com conforto.
A Justiça ordenou que a TAM aumentasse o espaço entre as poltronas das aeronaves.
O Ministério Público obteve liminar determinando que a empresa aérea TAM aumente o espaço entre as poltronas dos aviões que vão entrar em operação. A decisão foi do juiz da 34.ª Vara da Cível Claudio Emanuel Graziotto.

Na ação, o MP pedia que o espaço entre as poltronas passasse de 74 para 84 centímetros. Já a largura do encosto deve ser sempre superior a 50 cm. Além disso, o MP também queria que a empresa pagasse uma multa de R$ 50 milhões por indenização ao dano moral coletivo. O pedido para a revisão das poltronas foi feito pelo promotor de Justiça Giovane Serra Azul Guimarães. A atual disposição dos assentos, de acordo com ele, não é segura para os passageiros, principalmente no caso de pouso de emergência. Com as modificações propostas, a TAM ficará com 18 assentos a menos em cada jato. Em média, os aviões da empresa têm entre 138 e 168 lugares. A TAM ainda não se pronunciou. E não fica só restrito a TAM, a Gol também foi convocada para assinar um Termo de Ajustamento de Conduta. O MP informou que aguarda uma resposta da empresa sobre o assunto. As duas empresas de aviação foram acionadas porque respondem por 90% do mercado de aviação nacional.

FONTE: O Estado de S. Paulo

terça-feira, 29 de setembro de 2009

ACIDENTE DO GOL 1907 COM O LEGACY

Jornalista que estava no Legacy é processado por difamação

O jornalista americano Joe Sharkey está sendo processado por difamação pela família de uma das vítimas da queda do voo Gol 1907. Sharkey era um dos passageiros do Legacy, que colidiu com o Boeing 737 da Gol, em setembro de 2006.

Em texto publicado no site Editor and Publisher na última sexta-feira (25/09), o jornalista informa que o processo, em andamento no Brasil, se baseia em posts publicados por ele em um blog.

“Qual foi a minha ofensa? Bem, como o único sobrevivente do acidente que estava livre para falar (os outros seis estão sob restrições legais), eu dei voz aos pilotos, que estavam sendo pegos como bodes expiatórios numa intensa atmosfera anti-americana na mídia e na opinião pública do Brasil”, afirmou.

Pelo processo, Sharkey pode ser julgado em seu país. O jornalista pede que autoridades dos Estados Unidos garantam o seu direito de liberdade de expressão. “Se o Brasil pode pedir um julgamento nos Estados Unidos contra um cidadão americano que ‘ofendeu’ aquele país, o que vai impedir que outro país – Irã, Líbia, Coréia do Norte – não tente a mesma tática?”, questiona.


Fonte:Comunique-se