Mostrando postagens com marcador diploma de jornalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador diploma de jornalismo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

SERÁ QUE PODE AJUDAR NA SITUAÇÃO DOS JORNALISTAS??


Será que agora, pelo menos os advogados vão entender o sentimento dos jornalistas ao verem o diploma ser jogado no lixo?
Leiam a matéria que saiu na Folha e, quem sabe, esta situação pode ser o primeiro degrau rumo a valorização do nosso diploma de jornalistas formados.
E são dois nomes do Ceará que vão provocar a discussão.

domingo, 20 de junho de 2010

FURO NAS TVS


Veja quem deu a primeira notícia sobre o incêndio no Morro dos Cabritos no Rio de Janeiro:


domingo, 16 de maio de 2010

PAUTA ANTIGA

A capa do jornal O Povo deste domingo traz como tema a RAÇÃO HUMANA.
O blog já falou sobre o assunto aqui , em outubro de 2009 e o tema foi discutido no programa Tarde Livre na mesma época, inclusive com uma nutricionista alertando sobre os riscos para diabéticos com o uso do açúcar mascavo e do chocolate e guaraná para os hipertensos.
No post já comentava que a receita circulava há açgum tempo na internet.
Depois disto, a ração também se tornou foco do Globo Repórter da Rede Globo.
As redes sociais estão cheias de assuntos para pautas, por que não levar outras informações aos leitores que já não tenham sido tão debatidas e comentadas????

sexta-feira, 16 de abril de 2010

AMEAÇA NO AR, DEIXA APRESENTADOR FORA DO AR

Grande parte da comunidade de jornalistas, blogueiros e twitteiros ficou indignada com um fato que foi manchete de sites e blog semana passada.
Um apresentador que não aceitava a opinião crítica de um estudante de comunicação ameaçava o rapaz e insultava a mãe e isto, ao vivo, durante o tal programa.
Ao apresentador faltou bom senso e calma pra olhar os próprios erros e tentar superar ou, até mesmo deixar a crítica de lado e seguir seu trabalho. Mas a direção da emissora decidiu dar uma resposta ao grande volume de reclamações que seguiram após os insultos e ameaças: tirou o programa do ar.
Os detalhes da história no site Comunique-se

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ENQUANTO ISTO, NA JUSTIÇA...

Pelo site do SINDJORCE, vocês vão ficar a par de duas decisões em relação ao nosso diploma de jornalistas.
Em Curitiba, no Paraná, a decisão da juíza Soraia Tullio impediu a posse de um candidato que passou em um concurso, mas não tinha o diploma de jornalista. Clique aqui pra saber os detalhes.
Já no Rio Grande do Sul, o sindicato foi obrigado a filiar dois não-diplomados, emitir as carteiras nacional e internacional da categoria(na verdade acho que querem entrar de graça em museus e teatros mundo afora) e a pagar multa diária caso não cumpra a decisão. Veja nesta página.
E assim caminha a nossa, tão buscada e ao mesmo tempo depreciada, profissão de jornalista.
Coleguinhas cearenses, lembrem-se destas fragilidades na hora de escolher a equipe que vai estar a frente da SINDJORCE.
Este ano temos eleição e muita gente já está se mobilizando em busca de voto.
São eles que vão nos representar nas negociações com os patrões, na Justiça ou em outras instâncias em busca de uma profissão mais digna de respeito.
Que venham as propostas e os candidatos!!!!

ACABA COM O TELEJORNALISMO E REFORÇA A TEORIA DO COZINHEIRO

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O DIPLOMA VALE COMO DIPLOMA

A história já se arrasta há anos.
Em 2001, a juíza Carla Richter, da 16ª Vara da Justiça Federal de São Paulo, decidiu que qualquer pessoa podia exercer a profissão de jornalista, sem a necessidade de um diploma.
Lembro que, na época, para demonstrar o quanto a medida era absurda, o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais emitiu um registro provisório para a faxineira do próprio sindicato que era analfabeta.
De lá para cá, muita água rolou debaixo da ponte e o diploma para o exercício da profissão perdendo força a cada embate.
Com o apoio de grandes grupos, a ideia que ecoava era de que o corporativismo impedia que os jornalistas vissem a liberdade de expressão e imprensa através da medida inicial.
O golpe final parecia ter sido dado no momento no dia em que o STF-Supremo Tribunal Federal derrubou a obrigatoriedade do diploma e o Ministro Gilmar Mendes comparou jornalistas a cozinheiros, que aprendem no dia a dia a aprimorar seus dotes e receitas.
Sem desmerecer os profissionais da cozinha, os jornalistas tiveram seus brios cutucados e resolveram mostrar que ainda tem o fôlego e o espírito combativo que conheceram na época da faculdade e relembraram as experiências dos DCEs e Centros Acadêmicos.
A mobilização tomou conta de redações e sindicatos, marchas aconteceram nas ruas, caixa postal de e-mails de Deputados e Senadores ficaram lotadas de mensagens, discussões acaloradas em seminários, simpósios, blog, ...
Hoje, depois de passar pela Câmara, a CCJ-Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, em poucos minutos, a PEC do diploma.
Ou seja, a Proposta de Emenda Constitucional determina que a profissão de jornalista seja privativa do portador de diploma de curso superior de jornalismo e facultativa ao colaborador que produza trabalho relacionado a uma especialização técnica, científica ou cultural.
Tirando toda polêmica sobre o caso, deixando de lado o corporativismo da profissão, os interesses financeiros das empresas de comunicação, o lado romântico, crítico e/ou combativo atribuído ao jornalismo, o que também envolve este caso é a desvalorização do ensino superior de um país.
Afinal pra que diploma de farmacêutico, se o balconista da farmácia receita o remédio direitinho?
Pra que diploma de dermatologista, se a esteticista da clínica do bairro faz um peeling que deixa o rosto uma seda?
Pra que diploma de oftalmologista, se o optometrista do bairro vê se o grau(dioptria) do óculos está ok?
Pra que engenheiro, se o mestre de obras sabe calcular direitinho quanto devo comprar de tijolo, cimento e telhas e ainda consegue desconto no depósito de material de construção?
Aliás, pra que servem as Universidades mesmo ?? Esta é uma outra briga que os jornalistas devem levantar para a sociedade inteira participar.
Mas atenção "Coleguinhas", nada de parar a mobilização e baixar a guarda!
Uma guerra nunca está ganha por completo, ainda mais no Brasil.
Vamos continuar em busca de um Conselho ou Ordem para que a profissão possa se fortalecer ainda mais e não sofra tantos insultos quantos os que foram proferidos por aqueles que consideram diploma para jornalista algo inútil.
E não esqueçam que a notícia hoje corre muito mais rápido. A velocidade da internet quebra as barreiras do silêncio e da ditadura.