

O caso ocorreu entre 2004 e 2005, em Caxias do Sul, na serra gaúcha. A autora da ação narrou que foi ludibriada pelo homem e que rompeu o relacionamento quando descobriu que ele era casado. Além disso, enfrentou situação constrangedora quando a mulher do ex-amante invadiu seu local de trabalho para agredi-la física e moralmente, culpando-a pelo relacionamento extraconjugal do marido, fato que acabou provocando sua demissão.
A desembargadora Marilene Bernardi, relatora do recurso, considerou que "a ré deve ser responsabilizada pelos atos resultantes de seu descontrole ao descobrir a traição do marido" e que, "por mais que estivesse se sentido ofendida pelas atitudes da demandante, jamais poderia tê-la procurado em seu ambiente laboral, expondo de forma desarrazoada a vida privada da apelada".
A camisinha é um método contraceptivo do tipo barreira que é o mais utilizado no mundo, não só para evitar a gravidez, mas também evita a transmissão de diversas DSTs. A camisinha é feita de latex ou poliuretano. A alergia a latex é causada em algumas pessoas que sofrem de dermatite de contato. A alergia a latex é um problema que afeta 1% a 5% da população geral e 5% a 10% dos profissionais de saúde.
A alergia a latex pode provocar coceira, vermelhidão, inchaço e até pequenas feridas na região da vagina ou do pênis. As reações podem aparecer durante ou logo após o uso da camisinha.
Algumas pessoas têm reação aos demais componentes que podem estar presentes na composição de alguns tipos de preservativo. Os pigmentos que deixam a camisinha colorida, os aromatizantes que dão o sabor, o espermicida e os lubrificantes também podem provocar alergia em algumas pessoas.
Se você apresenta alguma alergia a camisinha durante ou depois do uso é indicado que procure usar uma camisinha que não contenha latex e sim poliuretano e também evitar as camisinhas coloridas e com pigmentos.
Mas nunca deixe de procurar um especialista caso você apresente alergia a camisinha para estar avaliando e passando a medicação correta, caso necessite.