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terça-feira, 9 de março de 2010

BEBIDA, MULHER E DIETA

Tá liberado e sem culpa , o happy hour entre a mulherada.

As mulheres que tomam dois copos de vinho, cerveja ou outro tipo de bebida alcoólica diariamente correm menos risco de engordar do que as abstêmias.

A boa notícia foi dada no Dia Internacional da Mulher no "Archives of Internal Medicine", ligado ao "Journal of American Medical Association".

A pesquisa ouviu os hábitos de 19 mil mulheres americanas sem problemas de sobrepeso, com idades de 39 anos ou mais, sobre a quantidade de bebidas consumidas diariamente e as monitoraram durante 13 anos.

No fim do período de estudos, as mulheres que não consumiam álcool foram as que mais engordaram, e as que tomavam o equivalente a dois copos diários foram as que mais próximas ficaram do peso ideal.

O vinho tinto se mostrou a bebida mais eficiente contra o sobrepeso, mas todos os tipos de álcool consumidos, entre os quais o vinho branco, a cerveja ou os licores, mostraram a mesma "associação inversa entre consumo de álcool e o risco de sobrepeso ou obesidade", segundo o estudo.

Mas cuidado!!! Os cientistas alertam que usar o consumo de álcool como maneira de lutar contra a obesidade traz consequências como problemas médicos, psíquicos e sociológicos.


FONTE: G1

segunda-feira, 8 de março de 2010

sábado, 5 de dezembro de 2009

ATÉ QUANDO???????

Kersia Porto, jovem, 29 anos, jornalista, assassinada pelo marido em frente a garagem do condomínio em que morava.
Seis tiros. Um no braço esquerdo, outro no peito esquerdo, dois nas pernas para não correr do algoz e dois covardemente nas costas.
Homicídio seguido de suicídio.
Kersia Porto foi mais uma mulher que não teve a chance de se defender.
Até quando vamos ouvir e lamentar a morte de mulheres assassinadas pela mão dos companheiros?
Até quando a cultura machista vai continuar criando homens que acham ter direito sobre a vida e a morte?
A impunidade e uma cultura de posse continuam fazendo vítimas.
LAMENTO POR TODAS ELAS.
AGORA LAMENTO POR KERSIA PORTO.
POR QUANTAS AINDA IREMOS APENAS LAMENTAR ANTES QUE A SABEDORIA CHEGUE AO HOMEM E QUE ELE PERCEBA QUE NÃO É DEUS.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

PROFETA ROBERTO CARLOS




Coisa bonita,
Coisa gostosa,
Quem foi que disse que tem que ser magra pra ser formosa...

Estes versos de Roberto Carlos para homenagear as gordinhas fez sucesso, agradou as fãs e pode ter previsto o futuro.
No meio da ditadura da magreza, que faz até modelo esquelética ser demitida por ser considerada gorda, esta semana, um estudo da revista americana New Scientist mostrou que a mulher do futuro vai ser mais baixa, gordinha e fértil.
Quem acha que vai ser sinal de problema, pelo menos não para o coração, que vai ser saudável.
Pelo que foi divulgado, em 2049, a mulher será 2cm mais baixa, 1 kg mais gorda, terá o primeiro filho cinco meses mais cedo e vai entrar na menopausa dez meses mais tarde que a média das mulheres de hoje.
Cá entre nós, vou esperar pra ver, mas duvido muito.
De acordo com Darwin, na Teoria das Evolução das Espécies, nós ficamos melhores.
E pela geração que está aí, pelo menos as crianças de hoje estão maiores que as da minha infância.

Fonte: Yahoo Brasil

SORTE OU PROBLEMA?


Toda quinta no Tarde Livre, recebo a visita da sexóloga Zenilce Bruno.
Durante a entrevista ela sempre responde a perguntas dos telespectadores que tem dificuldades ou dúvidas sexuais.
Quem mais participa são as mulheres, preocupadas com vários aspectos, mas uma pergunta recorrente é: Por que não tenho orgasmos?
Lendo a notícia de uma mulher que tem mais de 200 orgasmos por dia, lembro de um ditado popular: Uns com tanto, outros com tão pouco.
Mas se a primeira vista parece ser sorte, na vida da mulher é um grande problema.
A inglesa Sarah Carmen, de 24 anos sofre com a Síndrome de Excitação Sexual Persistente.
Não há movimento que ela faça que não seja seguido de um orgasmo, até mesmo uma música alta provoca frisson.
Se você está dizendo, mas isto é uma maravilha, eu queria ser assim,... Pensa então nas situações: você está na fila do banco, numa reunião com os colegas de trabalho e o chefe, no caixa do supermercado... e você lá ai, hum, ahhhhhhhhhhh.

Fonte:www.notw.com e R7

domingo, 27 de setembro de 2009

ANTICONCEPCIONAIS ALIADOS OU INIMIGOS?

Podem ser populares nos EUA, mas aqui no Brasil, pelo preço, nem tanto.
Os anticoncepcionais YAZ e YASMIN estão na mira de advogados em busca de indenizações por dereme, coágulos e outros problemas que as pílulas podem trazer.
Abaixo parte da matéria do The New York Times sobre o assunto.

Aumentam as preocupações de saúde com anticoncepcionais populares
The New York Times
Natasha Singer

Os contraceptivos orais Yaz e Yasmin são a linha farmacêutica mais vendida da Bayer HealthCare, em grande parte devido ao marketing que os apresenta como muito mais do que um método de prevenção de gravidez. O Yaz, em particular, a pílula anticoncepcional que é sucesso de vendas nos Estados Unidos, deve muito de sua popularidade a campanhas publicitárias multimilionárias que a promovem como um tratamento de qualidade de vida, para combater a acne e depressão pré-menstrual severa.
O Yaz, o medicamento irmão mais novo do Yasmin, contém menos estrógeno. A linha apresentou vendas mundiais de cerca de US$ 1,8 bilhão no ano passado, com base no posicionamento bem-sucedido pela Bayer do Yasmin e Yaz como os medicamentos ideais para mulheres com menos de 35 anos.
Mas recentemente, a imagem da linha Yaz foi manchada por preocupações de alguns pesquisadores, defensores de saúde e advogados de querelantes. Eles dizem que as drogas deixam as mulheres com maior risco de coágulos sanguíneos, derrames e outros problemas de saúde do que outras pílulas anticoncepcionais.
Esses críticos, entretanto, estão enfrentando um grande estudo de saúde europeu, patrocinado pela Bayer, a gigante farmacêutica alemã, que relatou a conclusão oposta. O estudo financiado pela Bayer diz que os riscos cardiovasculares para as mulheres que tomam os produtos da Bayer são comparáveis aos daquelas que tomam as pílulas anticoncepcionais com fórmula antiga.
Mas os reguladores estão encontrando outros problemas na linha Yaz. A Food and Drug Administration (FDA, a agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos) citou a Bayer neste ano por veicular comerciais de televisão enganosos e, no mês passado, por não seguir os procedimentos de controle de qualidade apropriados na fábrica que produz os hormônios ingredientes.
A Bayer disse que a empresa já enfrenta 74 processos impetrados por mulheres que dizem ter desenvolvido problemas de saúde após tomarem o Yaz ou o Yasmin. A empresa diz que pretende se defender vigorosamente contra os processos.
As pílulas anticoncepcionais funcionam alterando os níveis de hormônio das mulheres. Os pesquisadores há muito sabem que tomar pílulas anticoncepcionais com combinação de hormônios -estrógeno e progestógeno- pode aumentar o risco de derrame e coágulos sanguíneos nas pernas e pulmões. Isso ocorre porque o estrógeno exerce um papel na coagulação do sangue. De fato, desde a introdução dos contraceptivos orais nos anos 60, os laboratórios farmacêuticos reduziram enormemente as doses de estrógeno para reduzir o risco de trombose, o termo médico para coágulos sanguíneos.
Com pílulas com menor dose de estrógeno disponíveis, o debate em torno da segurança, que prosseguiu ao longo da última década, se concentrou se o tipo de progestógeno na fórmula também pode exercer um papel no risco de problemas cardiovasculares.
Em 2001, a FDA aprovou o Yasmin, que contém um novo progestógeno chamado drospirenona.
O Yaz, que contém drospirenona e uma dose menor de estrógeno, recebeu aprovação da agência em 2006. Para as mulheres à procura de anticoncepcional, o medicamento também é aprovado para tratamento de sintomas físicos e emocionais severos chamados de desordem disfórica pré-menstrual e acne moderada. Como a drospirenona pode aumentar os níveis de potássio no corpo, ela pode colocar as mulheres que apresentam problemas de fígado ou rim em risco de problemas cardíacos sérios, segundo o rótulo do remédio.

Tradução: George El Khouri Andolfato

DIA DE CIRCO OU PARQUE


















O cartaz da mulher gorila, atração dos circos e parques e esse é mais típico ainda: tem erro de português.

A cena era comum nas capitais.

Agora é mais fácil ver em bairros afastados ou nas cidades do interior.

Filas pra ver a transformação da mulher em gorila.

Um truque com espelhos, luz e projeção mas que assustava mesmo a garotada.

Pois a mulher gorila realmente existiu:

Julia Pastrana foi uma mexicana de origem indígena que teria vivido entre 1834 e 1860. Era portadora de hipertricose, doença genética que faz o corpo ser coberto de pelos.
Como espetáculos itinerantes de anomalias eram comuns, se apresentava como mulher gorila cantando e dançando. Teria feito muito sucesso na Europa até que foi vendida por uma mulher (provavelmente sua mãe) a Theodore Lent.
Lent a ensinou a dançar e a tocar instrumentos para enriquecer seu show. Com ele ela também teve um bebê com características semelhantes as suas.
O criança morreu alguns dias depois, assim como Julia de complicações do parto. O pai embalsamou os dois e continuou os apresentando ao público dentro de redomas de vidro.

As múmias desapareceram até ressurgirem em 1921 na Dinamarca e novamente postas para apreciação pública. Na década de 70 o governo local ameaçou confiscá-las se a exibição continuasse. Roubadas em 79, estão armazenadas desde 1990 no Instituto Forense de Oslo.